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Exibindo somente postagens da categoria "Condomínios": Ver todos os registros
  • Condomínio em Floripa será o primeiro a produzir a energia eólica 0 comentário(s)

    Com previsão de entrega em maio, o empreendimento terá duas turbinas eólicas instaladas no topo dos seus dois edifícios de três andares.

     

    Os construtores esperam que os equipamentos, combinados com painéis solares instalados nos prédios, consigam suprir 100% da água quente consumida nos 24 apartamentos sem necessidade de uso da rede elétrica.

     

    Segundo o arquiteto Jaques Suchodolski, responsável pelo projeto do condomínio Neo Next Generation, as turbinas são diferentes dos "moinhos" de energia eólica espalhados pelo Brasil.

     

    Feitas de fibra de carbono e semelhantes a uma escultura moderna, elas medem 3 m de largura por 6 m de altura. A estrutura é de eixo vertical -os moinhos comuns têm eixo horizontal.

     

    "Essa característica permite que as turbinas girem com qualquer tipo de vento, sem fazer barulho e sem oferecer risco para os pássaros", disse Suchodolski.

    Todos os equipamentos, incluídos painéis e caldeiras, custaram R$ 200 mil. De acordo com Suchodolski, isso representa 2% do valor gasto na construção dos prédios.

     

    Espera-se que o custo seja recuperado em menos de cinco anos pelos moradores, já que a economia de eletricidade no condomínio deve ser de R$ 43 mil anuais.

     

    O empreendimento está localizado na praia do Campeche, no sul da ilha. As unidades, de três quartos e duas vagas, estão sendo vendidas a partir de R$ 580 mil. O prédio também conta com sistema de captação de água da chuva e estação própria de tratamento de efluentes.

    Fonte: www.sindiconet.com.br

  • Projeto de lei quer equiparar juridicamente condomínios 0 comentário(s)

    Projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados quer tornar os condomínios em microempresas.

    A proposta do deputado Márcio Macêdo (PT-SE), prevê a aplicação de tratamento diferenciado e vantagens legais relativas às normas tributárias, administrativas, trabalhistas e previdenciárias.

    “Parte do fato de que os atuais condomínios funcionam como pequenas empresas, contratando empregados, celebrando contratos para garantir seu funcionamento, prestando serviço específico para os fins com que foram instituídos", explica.

    O projeto abrange tanto condomínios residenciais como comerciais, situados em grandes cidades e deve acrescentar um novo parágrafo ao artigo 70 e um artigo ao Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Lei Complementar 123/06).

    Sem conflitos

    Para Macêdo, o projeto deve acabar com os conflitos condominiais do cotidiano, pois pertime que o condomínio se estabeleça como empresa especial e merecedora de tratamento diferenciado.

    Segundo o autor, os condomínios têm muita importância na organização da vida dos brasileiros que moram nas grandes cidades.

    "Cada vez mais a complexidade da legislação a que se submetem faz com que surjam problemas que afetam todos os moradores, causando muitos prejuízos que poderiam ser evitados se se simplificassem algumas regras a eles impostas, diminuindo a burocracia e dando algumas benesses legais para sua organização e funcionamento", completa.

    Tramitação

    O projeto tramita em conjunto com o PLP 399/08, que inclui como beneficiárias do Simples Nacional as empresas de prestação de serviços de arquitetura e agronomia. De autoria do deputado Geraldo Resende (PMDB-MS), o projeto é analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação (inclusive no mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania; antes de ser votado pelo Plenário.

    Fonte: www.sindiconet.com.br

  • Porteiro, meu amigo camarada 0 comentário(s)

     Pesquisa revela que o porteiro é o melhor amigo da terceira idade, confira na matéria extraída do site sindiconet.

    Enquanto o motorista de ônibus é visto como "vilão", o porteiro é o melhor amigo da terceira idade. A conclusão é de um estudo da OMS (Organização Mundial da Saúde), feito para melhorar a qualidade de vida dos idosos nas grandes cidades.

    Aplicada em 33 cidades e em 24 países, a pesquisa colheu a opinião dos mais velhos sobre quesitos como transporte --considerado ruim pela maioria deles--, inclusão social e moradia. 
     

    "Queríamos saber dos idosos como é envelhecer onde vivem. Com base nos resultados, criamos um guia para que outras cidades aderissem ao movimento", diz Alexandre Kalache, médico, idealizador da pesquisa e ex-diretor da OMS. Segundo ele, 1.000 cidades já aderiram ao projeto.


    O estudo nasceu quando Kalache pesquisava Copacabana, no Rio, onde uma em cada três pessoas tem mais de 60 anos. Por lá, os idosos identificaram os porteiros como os profissionais que mais lhes auxiliam. Em São Paulo, a opinião é parecida.


    Fonte: www.sindiconet.com.br
  • 2ª Exposíndico em Abril em Maringá 0 comentário(s)

    Síndicos, fiquem de olho neste informativo

    Acontece entre 13 a 15 de abril no Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro, em Maringá (PR), a segunda edição da Exposíndico – feira de produtos, serviços e soluções para o mercado condominial. O evento acontece paralelamente à 15ª edição da Feira de Imóveis de Maringá e  Casa.com, que terá mais de 20 fornecedores de materiais, serviços e profissionais de arquitetura e decoração.
     
    A expectativa da regional do Secovi-PR (Sindicato da Habitação) é reunir mais de 12 mil pessoas nos três dias de evento. Na Exposíndico, foram disponibilizados 20 estandes às empresas do setor.
     
    “O evento cresce a cada ano e nesta edição não será diferente. A Exposíndico, por exemplo, contará com a participação do Sicoob (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil), que estará divulgando uma linha de crédito especial para os condomínios. Os recursos financeiros disponibilizado pelo Sicoob poderão ser utilizados para reformas, pintura e melhorias dos condomínios interessados”, informou o presidente do Secovi-Maringá, Téo Granado.

    Fonte: www.licitamais.com.br
     
  • Dicas de segurança na hora de contratar uma empresa terceirizada 0 comentário(s)

     

    O mercado de segurança privada no Brasil tem crescido no ritmo de 14% ao ano, com um faturamento de R$ 15 bilhões. Estima-se que, em todo o mundo, as empresas que oferecem serviço de vigilância possuem o dobro de homens capacitados em comparação com o efetivo policial. Isso representa um exército de 20 milhões de vigilantes, dos quais 570 mil são servidores no Brasil.

     

     

    A proteção de propriedades particulares, como condomínios residenciais, shoppings e eventos é uma preocupação cada vez maior. A questão, no entanto, é a garantia de segurança por parte das prestadoras de serviço. Com o aquecimento do setor, empresas amadoras e irregulares concorrem com preços abaixo do mercado e comprometem a tranquilidade desejada pelos proprietários.

     

     

    De acordo com o Sindicato das Empresas Privadas do Rio, para cada vigilante legalizado, existem três ilegais na ativa. Segundo o Sindicato das Empresas de Segurança Privada de São Paulo, apenas no estado 350 empresas já tiveram o alvará cancelado, e o número não se compara à quantidade de servidoras ilegais ainda em curso no restante do país.

     

    “Empresas irregulares não arcam com responsabilidades civis e criminais, caso haja falha no comportamento de seus seguranças. E é comum que haja falhas, porque não há verificação dos antecedentes dos funcionários durante a contratação, e esses vigilantes também não são submetidos a exames de saúde física e mental antes de serem admitidos,” aponta Luciano Caruso, gerente de marketing e operações da Graber Segurança.

     

    Para evitar complicações causadas pelas clandestinas, alguns aspectos devem ser considerados durante a escolha da empresa de segurança adequada. Conheça algumas delas:

     

    Legalidade. Alguns documentos são necessários para a legalização da empresa. Entre outros, o Certificado de Segurança da Polícia Federal e a Autorização de Funcionamento emitida pelo Ministério da Justiça são essenciais.

     

    Funcionamento. Certifique-se de que a empresa opera há mais de 10 anos no mercado e tem qualificação técnica para prestação de serviços.

     

     

    Histórico. O dono da empresa e os vigilantes não podem ter antecedentes criminais ou estar envolvidos em processos judiciais.

     

     

    Clientes. Boas referências demonstram a seriedade da empresa. Mais de 10 clientes de renome asseguram a qualidade do serviço.

     

     

    Efetivo. Os vigilantes devem ser licenciados e estar com treinamento renovado a cada dois anos. A idade dos profissionais deve ser preferencialmente entre 25 e 45 anos, e uniformes demonstram uma boa organização. Policiais civis e militares são proibidos de prestar serviços privados.

     

     

    Armamento. A legalidade de porte de armas impõe obrigações adicionais e custos com os quais pequenas empresas não podem arcar. Vigilantes desarmados nem sempre conseguem conter um ato criminoso, e é de responsabilidade da empresa garantir a segurança também dos funcionários.

     

     

    Equipamento. Integração entre homem e tecnologia é uma das maiores apostas para a segurança privada. Veículos oficiais, rádios profissionais e materiais de treinamento também são diferenciais importantes.

     

     

    Instalações. Visite o escritório da empresa para conhecer o estado das instalações. Uma prestadora de serviços de vigilância deve possuir uma sede moderna e que evidencie a importância do uso da tecnologia para segurança, além de contar com um escritório de representação na internet.

     

     

    Planejamento. Solicite um plano prévio de segurança. Ele deve conter o número de vigilantes encarregados e um planejamento do sistema de alarme que será utilizado em sua propriedade.

     

    Custo. O custo do serviço depende das necessidades do cliente, mas também está relacionado ao nível de formação dos guardas, aos custos das armas e dos equipamentos técnicos, entre outros.


    Autor: Sindiconet
    Fonte: www.sindiconet.com.br